sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Revista Ciência Hoje - 17 de dezembro 2011
Da ficção á realidade escolar
Professoras mostram como o cinema pode ser aliado no ensino de química.
Professoras mostram como o cinema pode ser aliado no ensino de química.
Nota 16 de dezembro 2011
Eu, Adriana Mota e Monara Bittencourt, responsáveis pelo blog saborcientificoestacio.blogspot.com , venho atraves dessa nota nos desculpar pela ausência nas postagens. A partir de hoje voltaremos a postar 1 vez por semana reportagem de interesse da ciência, educação e tecnologia. Peço para que os nossos membros e visitantes deixem comentários sobre as reportagens. Desde já agradeço e Desejo a todos um FELIZ NATAL E UM ANO MARAVILHOSO. BJ NO CORAÇÃO DE TODOS E DEUS NOS ABENÇOE
MUITO BEM PAPAI NOEL CONTINUE ASSIM UM VOVÔ APLICADO.........
sábado, 26 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Revista Ciência Hoje - Superbactérias - 20 novembro 2011
O uso indiscriminado de antibiótico tem favorecido o aumento no número de superbactérias.
São elas: MRSA, Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
São elas: MRSA, Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
Revista FAPESP - Reagentes da Saúde - 20 de novembro 2011
Reagentes da Saúde - Kit para diagnóstico preventivo de hipertensão
Empresa investe no desenvolvimento de insumos para a pesquisa científica.

Empresa investe no desenvolvimento de insumos para a pesquisa científica.

sábado, 12 de novembro de 2011
Veja Online - 13 de novembro 2011
Mais uma vezes a Tecnologia contribuindo com a Ciência.
Eletroencefalograma pode detectar se paciente em estado vegetativo está consciente.
Eletroencefalograma pode detectar se paciente em estado vegetativo está consciente.
Veja Online - 13 de novembro 2011
Como a ciência esta avançando lindo.............
Sangue gerado em laboratório é injetado em voluntário.
Sangue gerado em laboratório é injetado em voluntário.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Revista Eletronica The New York Times - 05 de novembro 2011
HPV pode causar doenças cardíacas em mulheres, relata estudo


Aproximadamente 20 por cento dos pacientes com doenças cardíacas não possuem fatores de risco evidentes. Segundo os pesquisadores, elas devem possuir problemas ocultos que ainda não foram descobertos.
Fujise decidiu estudar o HPV por ele conseguir danificar o gene supressor de tumor p53, que geralmente protege o corpo contra o câncer e também pode ajudar a prevenir doenças arteriais. A inativação do p53 ocorre em uma variedade de tipos de câncer e o gene é considerado um tipo de guardião de genoma. A inativação do p53 também pode gerar inflamação e o espessamento das paredes arteriais.
O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos. Os cientistas estimam que metade dos homens e das mulheres sexualmente ativos foram infectados e 80 por cento das mulheres contraíram o vírus até a idade de 50 anos. Existem várias cepas do vírus, mas somente algumas causam câncer. Na maioria dos casos, o sistema imunológico da pessoa combate o vírus. A infecção persiste, causando o câncer, somente para uma pequena minoria. Há duas vacinas aprovadas que previnem a infecção por HPV.
Elas são recomendadas aos jovens antes que de se tornarem sexualmente ativos. A vacina não exerce efeito em pessoas que já estão infectadas.
Fujise estudou 2.450 mulheres, com idades entre 20 e 59 anos, que participaram de uma pesquisa nacional de saúde de 2003 a 2006. Foram retiradas células do colo uterino das mulheres para realização do teste de HPV. Elas relataram se sofriam de doenças cardíacas, o que foi definido neste estudo como nunca ter sofrido um ataque cardíaco ou derrame.
Um total de 1.141 mulheres tinham o HPV. Entre as 60 que sofriam de doenças cardíacas, 39 tinham o HPV. Os pesquisadores analisaram os dados e consideraram fatores relevantes para doenças cardíacas como fumo, pressão arterial e peso corporal. Eles descobriram que a probabilidade de as mulheres com HPV sofrerem de cardiopatia era 2,3 vezes maior do que para as mulheres sem o vírus. O risco aumentava para 2,86 vezes para as mulheres que haviam contraído a cepa do vírus causadora de câncer.
Fujise afirmou ter se surpreendido com os resultados. ''Eu acreditava na possibilidade de haver um elo fraco ou nenhum elo, mas este é forte’', afirmou.
Mesmo que outros estudos confirmem esta associação, a grande maioria das pessoas que contraem o HPV não estariam sob risco particular de contrair doenças cardíacas. Segundo Fujise, se a associação existir de verdade, a cardiopatia, da mesma forma que o câncer, provavelmente se desenvolve apenas nas pessoas com infecção persistente pelo vírus.
A doutora Lori Mosca, diretor de cardiologia preventiva do Hospital Presbiteriano de Nova York e Centro Médico da Universidade Columbia, afirmou estar ''definitivamente intrigada com a descoberta’'. O argumento biológico é bastante plausível e merece mais investigações’'. A pesquisadora não participou do estudo. Contudo, a ênfase na plausibilidade não é suficiente – a história da medicina está repleta de ideias que fazem sentido, mas se revelaram incorretas. O tipo de estudo que Fujise realizou, no qual cientistas procuram por associações em uma grande quantidade de dados, contribui com o desenvolvimento de ideias para outras pesquisas, mas não estabelece uma relação entre causa e efeito.
O fato de existir uma associação não confirma nem mesmo qual das condições surgiu primeiro. Teoricamente, a doença cardíaca pode ter surgido antes e tornado as mulheres mais vulneráveis ao HPV. Ou ainda pode haver fatores desconhecidos que predispõem algumas mulheres ao HPV e à doença cardíaca.
''Precisamos proceder com cautela’', afirmou Mosca. ''Precisamos realizar pesquisas mais rigorosas que respondam à questão de forma definitiva’'.
Segundo Mosca, muitos pesquisadores vêm estudando possíveis associações entre o câncer, doenças infecciosas e cardíacas. Até agora, porém, não houve comprovação de que as infecções causam cardiopatia, afirma.
Segundo ela, o trabalho de Fujise ''possui potencial, caso seja bem sucedido, de oferecer mais informações ao público sobre os benefícios potenciais da vacinação contra o HPV’', afirma. Porém, ela acrescentou que a descoberta é muito preliminar para ser usada como evidência em favor da vacinação.
domingo, 30 de outubro de 2011
Reportagem da Veja Online - 30 de outubro 2011
Cientistas descobrem nanopartículas capazes de romper barreira protetora do cérebro
As nanopartículas de dióxido de titânio são usados em vários produtos comuns, de xampus a filtros solares.
As nanopartículas de dióxido de titânio são usados em vários produtos comuns, de xampus a filtros solares.
Revista Ciência Hoje - Como os microrganismos salvam vidas - 30 de outubro 2011
Como os microrganismos salvam vidas??????????????
Bactérias, fungos e protozoários são vistos em geral como vilões. Muitos desses pequenos seres, porém, realizam servições importantes para os humanos e vêm sendo usados na produção de medicamentos. Artigo da CH 286 mostra como os microrganismos podem nos beneficiar.
Bactérias, fungos e protozoários são vistos em geral como vilões. Muitos desses pequenos seres, porém, realizam servições importantes para os humanos e vêm sendo usados na produção de medicamentos. Artigo da CH 286 mostra como os microrganismos podem nos beneficiar.
Revista Ciência Hoje - Filme Contágio - 30 de outubro 2011
Ficção inspira realidade.....
Em sessão especial do filme "Contágio", que estreou ontem no Brasil, especialista da área da saúde comentam questões associadas a situações da pandemia.
Em sessão especial do filme "Contágio", que estreou ontem no Brasil, especialista da área da saúde comentam questões associadas a situações da pandemia.
Yahoo brasil Beleza e Saúde - Câncer de Laringe - 30 de outubro 2011
O que é o Câncer de Laringe????
O câncer de laringe é um dos mais comuns a atingir a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem esta área e 2% de todas as doenças malignas. Aproximadamente 2/3 desses tumores surgem na corda vocal verdadeira e 1/3 acomete a laringe supraglótica (ou seja, localizam-se acima das cordas vocais).
Fatores de risco:
O câncer de laringe é um dos mais comuns a atingir a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem esta área e 2% de todas as doenças malignas. Aproximadamente 2/3 desses tumores surgem na corda vocal verdadeira e 1/3 acomete a laringe supraglótica (ou seja, localizam-se acima das cordas vocais).
Fatores de risco:
Há uma nítida associação entre a ingestão excessiva de álcool e o vício de fumar, com o desenvolvimento de câncer nas vias aerodigestivas superiores. O tabagismo é o maior fator de risco para o desenvolvimento do câncer de laringe.
Quando a ingestão excessiva de álcool é adicionada ao fumo, o risco aumenta para o câncer supraglótico. Pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e beber têm probabilidade de cura diminuída e aumento do risco de aparecimento de um segundo tumor primário na área de cabeça e pescoço.
Sintomas:
O primeiro sintoma é o indicativo da localização da lesão. Assim, odinofagia (dor de garganta) sugere tumor supraglótico e rouquidão indica tumor glótico e subglótico.
O câncer supraglótico geralmente é acompanhado de outros sinais e sintomas como a alteração na qualidade da voz, disfagia leve (dificuldade de engolir) e sensação de um "caroço" na garganta.
Nas lesões avançadas das cordas vocais, além da rouquidão, pode ocorrer dor na garganta, disfagia e dispneia (dificuldade para respirar ou falta de ar).
Tratamento:
O tratamento dos cânceres da cabeça e pescoço pode causar problemas nos dentes, fala e deglutição. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maior é a possibilidade de o tratamento evitar deformidades físicas e problemas psicossociais.
Além dos resultados de sobrevida, considerações sobre a qualidade de vida dos pacientes entre as modalidades terapêuticas empregadas são muito importantes para determinar o melhor tratamento.
Entretanto, mesmo em pacientes submetidos à laringectomia total, é possível a reabilitação da voz através da utilização de próteses fonatórias tráqueo-esofageanas.
De acordo com a localização e estágio do câncer, ele pode ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia e com quimioterapia associada à radioterapia, havendo uma série de procedimentos cirúrgicos disponíveis de acordo com as características do caso e do paciente.
Em alguns casos, com o intuito de preservar a voz, a radioterapia pode ser selecionada primeiro, deixando a cirurgia para o resgate quando a radioterapia não for suficiente para controlar o tumor.
A associação da quimio e radioterapia é utilizada em protocolos de preservação de órgãos, desenvolvidos para tumores mais avançados. Os resultados na preservação da laringe têm sido positivos. Da mesma forma, novas técnicas cirúrgicas foram desenvolvidas permitindo a preservação da função da laringe, mesmo em tumores moderadamente avançados.
Entrevista BBC Brasil - 30 de outubro de 2011
Apenas as mulher são acometidas pelo CÂNCER DE MAMA????
Reportagem de Hypescience - 30 de outubro 2011
Como identificar um psicopata


Às vezes você pode pensar que uma pessoa é absolutamente louca enquanto conversa com ela, mas é realmente difícil distinguir pessoas simplesmente estranhas de psicopatas genuínos.
Pesquisadores da Universidade Cornell entrevistaram psicopatas criminosos e analisaram suas falas. Com isso, descobriram que existem certos padrões de fala que os psicopatas tendem a usar nas conversas.
De acordo com os pesquisadores, psicopatas tendem a mostrar falta de emoção e descrever seus crimes em termos de causa e efeito. Eles concentram sua atenção em necessidades básicas, como comida, bebida e dinheiro.
Essas coisas não são facilmente identificadas em uma conversa informal, não é mesmo? A não ser que alguém comece a descrever seus crimes para você.
Mas existem alguns outros maneirismos mais específicos na fala de um psicopata, como tiques verbais. O uso do pretérito pode ser um indicador de distanciamento psicológico, e os pesquisadores também descobriram que psicopatas usam mais o tempo presente do que outras pessoas. Psicopatas também interrompem mais suas falas com “hum” e “hums”.
Isso tudo é interessante, mas pode ser usado no mundo real, digamos, em um primeiro encontro? Não exatamente. Essas descobertas são mais propensas a serem usadas por policiais que tem acesso a softwares de análise de discurso – não são técnicas tão boas a ponto de detectar um assassino em um encontro em um bar.
Se uma pessoa não para de fazer “hum” e “hums” em um encontro, o que isso significa? Que ela é apenas uma pessoa normal nervosa! Usando esse critério, seria muito fácil diagnosticar incorretamente o pobre rapaz ou moça que só quer te convidar para sair, mas morre de medo que você diga não.
domingo, 23 de outubro de 2011
Repostagem Revista Veja-net - 23 de outubro de 2011
Cientistas usam bactérias do intestino em "chip biológico".

Cientistas britânicos conseguiram construir os componentes básicos de um computador a partir de bactérias encontradas em seres humanos. Outras pesquisas já haviam mostrado que era possível construir um 'chip biológico', mas é a primeira vez que pesquisadores conseguem fazê-lo se comportar de maneira muito semelhante ao equivalente eletrônico. A pesquisa poderá pavimentar o caminho para uma nova geração de computadores biológicos que podem ajudar a monitorar a saúde e o ambiente. O estudo foi publicado no periódico Nature Communications.
Os especialistas da Imperial College London, na Inglaterra, demonstraram que é possível construir circuitos lógicos — usados para processar informações nos microprocessadores, por exemplo — a partir da Escherichia coli (E. coli), uma bactéria encontrada no intestino humano.
Biocomputador - A equipe de cientistas alterou o material genético da bactéria para que ela alternasse, quando estimulada quimicamente, entre estados equivalentes aos dos circuitos lógicos tradicionais: 'ligado' e 'desligado'. É assim que a maioria dos computadores processa informação digital. Contudo, em vez de bactérias e estímulos químicos, os engenheiros usam placas de silício e eletricidade.
"Agora que demonstramos que é possível replicar o sistema usando bactérias e DNA, esperamos que nosso trabalho possa levar a uma nova geração de processadores biológicos", disse Richard Kitney, coautor do artigo. Em tese, os novos circuitos podem ser tão eficientes quanto os equivalentes eletrônicos.
Aplicações - O resultado obtido ainda está longe de chegar ao mercado, mas a equipe já sugere aplicações para computadores biológicos microscópicos. Entre os exemplos citados, estão sensores capazes de navegar pelas artérias, detectar a formação de um coágulo e rapidamente medicar a região afetada. Outras aplicações incluem sensores que detectam e destroem células cancerígenas ou monitores de poluição que podem ser lançados ao ambiente, detectando e neutralizando substâncias perigosas, como o arsênio.
Os especialistas também mostraram que os circuitos biológicos podem ser conectados entre si, formando componentes ainda mais elaborados. A próxima fase da pesquisa cuidará do desenvolvimento desses circuitos conectados, para permitir a realização de tarefas mais complexas.
Os especialistas da Imperial College London, na Inglaterra, demonstraram que é possível construir circuitos lógicos — usados para processar informações nos microprocessadores, por exemplo — a partir da Escherichia coli (E. coli), uma bactéria encontrada no intestino humano.
Biocomputador - A equipe de cientistas alterou o material genético da bactéria para que ela alternasse, quando estimulada quimicamente, entre estados equivalentes aos dos circuitos lógicos tradicionais: 'ligado' e 'desligado'. É assim que a maioria dos computadores processa informação digital. Contudo, em vez de bactérias e estímulos químicos, os engenheiros usam placas de silício e eletricidade.
"Agora que demonstramos que é possível replicar o sistema usando bactérias e DNA, esperamos que nosso trabalho possa levar a uma nova geração de processadores biológicos", disse Richard Kitney, coautor do artigo. Em tese, os novos circuitos podem ser tão eficientes quanto os equivalentes eletrônicos.
Aplicações - O resultado obtido ainda está longe de chegar ao mercado, mas a equipe já sugere aplicações para computadores biológicos microscópicos. Entre os exemplos citados, estão sensores capazes de navegar pelas artérias, detectar a formação de um coágulo e rapidamente medicar a região afetada. Outras aplicações incluem sensores que detectam e destroem células cancerígenas ou monitores de poluição que podem ser lançados ao ambiente, detectando e neutralizando substâncias perigosas, como o arsênio.
Os especialistas também mostraram que os circuitos biológicos podem ser conectados entre si, formando componentes ainda mais elaborados. A próxima fase da pesquisa cuidará do desenvolvimento desses circuitos conectados, para permitir a realização de tarefas mais complexas.
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