domingo, 30 de outubro de 2011

Reportagem da Veja Online - 30 de outubro 2011

Cientistas descobrem nanopartículas capazes de romper barreira protetora do cérebro
As nanopartículas de dióxido de titânio são usados em vários produtos comuns, de xampus a filtros solares.
Substâncias tóxicas no cérebro: partículas presentes em certos produtos químicos rompem barreira protetora no órgão e podem causar inflamações

Revista FAPESP - Alergia perturbam o humor - 30 de outubro 2011

Alergia perturbam o humor.
Mais do que simples irritação, sensibilidade exacerbada e alimentos provoca ansiedade


Revista Ciência Hoje - Como os microrganismos salvam vidas - 30 de outubro 2011

Como os microrganismos salvam vidas??????????????
Bactérias, fungos e protozoários são vistos em geral como vilões. Muitos desses pequenos seres, porém, realizam servições importantes para os humanos e vêm sendo usados na produção de medicamentos. Artigo da CH 286 mostra como os microrganismos podem nos beneficiar.


Quando os microrganismos salvam vidas

Revista Ciência Hoje - Filme Contágio - 30 de outubro 2011

Ficção inspira realidade.....

Em sessão especial  do filme "Contágio", que estreou ontem no Brasil, especialista da área da saúde comentam questões associadas  a situações da pandemia.
Ficção inspirada na realidade

Revista FAPESP - Os perigos do Jejum - 30 de outubro 2011

Os perigos do Jejum.......

Yahoo brasil Beleza e Saúde - Câncer de Laringe - 30 de outubro 2011

O que é o Câncer de Laringe????

O câncer de laringe é um dos mais comuns a atingir a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem esta área e 2% de todas as doenças malignas. Aproximadamente 2/3 desses tumores surgem na corda vocal verdadeira e 1/3 acomete a laringe supraglótica (ou seja, localizam-se acima das cordas vocais).

Fatores de risco:


 Há uma nítida associação entre a ingestão excessiva de álcool e o vício de fumar, com o desenvolvimento de câncer nas vias aerodigestivas superiores. O tabagismo é o maior fator de risco para o desenvolvimento do câncer de laringe.
Quando a ingestão excessiva de álcool é adicionada ao fumo, o risco aumenta para o câncer supraglótico. Pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e beber têm probabilidade de cura diminuída e aumento do risco de aparecimento de um segundo tumor primário na área de cabeça e pescoço.             

Sintomas:

O primeiro sintoma é o indicativo da localização da lesão. Assim, odinofagia (dor de garganta) sugere tumor supraglótico e rouquidão indica tumor glótico e subglótico.
O câncer supraglótico geralmente é acompanhado de outros sinais e sintomas como a alteração na qualidade da voz, disfagia leve (dificuldade de engolir) e sensação de um "caroço" na garganta.
Nas lesões avançadas das cordas vocais, além da rouquidão, pode ocorrer dor na garganta, disfagia e dispneia (dificuldade para respirar ou falta de ar).                    

Tratamento:

O tratamento dos cânceres da cabeça e pescoço pode causar problemas nos dentes, fala e deglutição. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maior é a possibilidade de o tratamento evitar deformidades físicas e problemas psicossociais.
Além dos resultados de sobrevida, considerações sobre a qualidade de vida dos pacientes entre as modalidades terapêuticas empregadas são muito importantes para determinar o melhor tratamento.
Entretanto, mesmo em pacientes submetidos à laringectomia total, é possível a reabilitação da voz através da utilização de próteses fonatórias tráqueo-esofageanas.
De acordo com a localização e estágio do câncer, ele pode ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia e com quimioterapia associada à radioterapia, havendo uma série de procedimentos cirúrgicos disponíveis de acordo com as características do caso e do paciente.
Em alguns casos, com o intuito de preservar a voz, a radioterapia pode ser selecionada primeiro, deixando a cirurgia para o resgate quando a radioterapia não for suficiente para controlar o tumor.
A associação da quimio e radioterapia é utilizada em protocolos de preservação de órgãos, desenvolvidos para tumores mais avançados. Os resultados na preservação da laringe têm sido positivos. Da mesma forma, novas técnicas cirúrgicas foram desenvolvidas permitindo a preservação da função da laringe, mesmo em tumores moderadamente avançados.                                 

Entrevista BBC Brasil - 30 de outubro de 2011

Apenas as mulher são acometidas pelo CÂNCER DE MAMA????


Reportagem de Hypescience - 30 de outubro 2011

Como identificar um psicopata




Às vezes você pode pensar que uma pessoa é absolutamente louca enquanto conversa com ela, mas é realmente difícil distinguir pessoas simplesmente estranhas de psicopatas genuínos.
Pesquisadores da Universidade Cornell entrevistaram psicopatas criminosos e analisaram suas falas. Com isso, descobriram que existem certos padrões de fala que os psicopatas tendem a usar nas conversas.
De acordo com os pesquisadores, psicopatas tendem a mostrar falta de emoção e descrever seus crimes em termos de causa e efeito. Eles concentram sua atenção em necessidades básicas, como comida, bebida e dinheiro.
Essas coisas não são facilmente identificadas em uma conversa informal, não é mesmo? A não ser que alguém comece a descrever seus crimes para você.
Mas existem alguns outros maneirismos mais específicos na fala de um psicopata, como tiques verbais. O uso do pretérito pode ser um indicador de distanciamento psicológico, e os pesquisadores também descobriram que psicopatas usam mais o tempo presente do que outras pessoas. Psicopatas também interrompem mais suas falas com “hum” e “hums”.
Isso tudo é interessante, mas pode ser usado no mundo real, digamos, em um primeiro encontro? Não exatamente. Essas descobertas são mais propensas a serem usadas por policiais que tem acesso a softwares de análise de discurso – não são técnicas tão boas a ponto de detectar um assassino em um encontro em um bar.
Se uma pessoa não para de fazer “hum” e “hums” em um encontro, o que isso significa? Que ela é apenas uma pessoa normal nervosa! Usando esse critério, seria muito fácil diagnosticar incorretamente o pobre rapaz ou moça que só quer te convidar para sair, mas morre de medo que você diga não.

domingo, 23 de outubro de 2011

Revista FAPESP - 24 outubro de 2011

O parasito discreto.
Tripanossoma cruzi põe as células para funcionar ao seu favor

Revista FAPESP - 24 de outubro 2011

Batalha Farmacológica.
Ciência de ponta busca soluções para doenças tropicais negligenciadas

Repostagem Revista Veja-net - 23 de outubro de 2011

Cientistas usam bactérias do intestino em "chip biológico".
Os cientistas da Inglaterra usaram a E. Coli, uma bactéria encontrada no intestino humano, para construir um 'circuito biológico' que se comporta de maneira semelhante ao equivalente eletrônico
Cientistas britânicos conseguiram construir os componentes básicos de um computador a partir de bactérias encontradas em seres humanos. Outras pesquisas já haviam mostrado que era possível construir um 'chip biológico', mas é a primeira vez que pesquisadores conseguem fazê-lo se comportar de maneira muito semelhante ao equivalente eletrônico. A pesquisa poderá pavimentar o caminho para uma nova geração de computadores biológicos que podem ajudar a monitorar a saúde e o ambiente. O estudo foi publicado no periódico Nature Communications.

Os especialistas da Imperial College London, na Inglaterra, demonstraram que é possível construir circuitos lógicos — usados para processar informações nos microprocessadores, por exemplo — a partir da Escherichia coli (E. coli), uma bactéria encontrada no intestino humano.

Biocomputador - A equipe de cientistas alterou o material genético da bactéria para que ela alternasse, quando estimulada quimicamente, entre estados equivalentes aos dos circuitos lógicos tradicionais: 'ligado' e 'desligado'. É assim que a maioria dos computadores processa informação digital. Contudo, em vez de bactérias e estímulos químicos, os engenheiros usam placas de silício e eletricidade.

"Agora que demonstramos que é possível replicar o sistema usando bactérias e DNA, esperamos que nosso trabalho possa levar a uma nova geração de processadores biológicos", disse Richard Kitney, coautor do artigo. Em tese, os novos circuitos podem ser tão eficientes quanto os equivalentes eletrônicos.

Aplicações - O resultado obtido ainda está longe de chegar ao mercado, mas a equipe já sugere aplicações para computadores biológicos microscópicos. Entre os exemplos citados, estão sensores capazes de navegar pelas artérias, detectar a formação de um coágulo e rapidamente medicar a região afetada. Outras aplicações incluem sensores que detectam e destroem células cancerígenas ou monitores de poluição que podem ser lançados ao ambiente, detectando e neutralizando substâncias perigosas, como o arsênio. 

Os especialistas também mostraram que os circuitos biológicos podem ser conectados entre si, formando componentes ainda mais elaborados. A próxima fase da pesquisa cuidará do desenvolvimento desses circuitos conectados, para permitir a realização de tarefas mais complexas.

Reportagem Revista Veja-Net - 23 de outubro 2011

Você gostaria de conhecer seu GENOMA? Que relação tem isso com resistência a medicamentos??
Mapear genoma será tão rotineiro quanto exame de raio-X
Mapa genético: o sequenciamento do DNA humano está cada vez mais barato e vai revolucionar a medicina personalizada

domingo, 16 de outubro de 2011

Reportagem da Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico) - 16 outubro de 2011


Gotejamento pós-nasal, sintoma da rinite e sinusite, é a principal causa de tosse crônica


Segundo pesquisadores, não se deve subestimar o problema.
Agência Notisa – A tosse acontece quando ocorre a expulsão subida de ar dos pulmões, produzindo um ruído explosivo. Esse fenômeno é um mecanismo eficaz de defesa para evitar a entrada de material estranho nas vias aéreas e para remover partículas não gasosas da árvore respiratória. Já a tosse crônica é aquela que persiste no período mínimo de três semanas. De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado do Pará e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, estas podem ser causadas por três grupos de doenças: as otorrinolaringopatias, pneumopatias e psicogênicas.
Dos três grupos, as doenças otorrinolaringológicas são as que mais provocam tosse crônica e, por isso, o grupo resolveu investigá-las. O estudo “Tosse crônica na rotina otorrinolaringológica”, foi publicado em junho nos Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia, e tem como autor principal o médico Francisco Xavier Palheta Neto, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial.
O estudo explica que a ocorrência da tosse nas vias aéreas superiores geralmente está associada a uma reação inflamatória, por estímulo de receptores sensitivos dessas áreas, ou estímulo mecânico. Segundo os autores, o gotejamento pós-nasal (aquela sensação de escorrimento de secreção pela parte de trás do nariz), presente em duas doenças muito comuns: rinites e sinusites, é a causa mais frequente de tosse crônica nos adultos de todas as idades e a segunda nas crianças.
Outra importante causa desse tipo de tosse, segundo eles, é a doença do refluxo gastroesofágico. “Essa tosse geralmente é de caráter seca, precedida de alimentação, podendo ocorrer a qualquer hora do dia, mas principalmente à noite, quando o paciente se encontra em decúbito dorsal horizontal (deitado com o abdome para cima)”, explicam os autores no artigo.
No estudo, eles citam vários outros problemas de saúde que podem provocar a tosse crônica, como laringites, neoplasias de glândulas salivares, distúrbios de motricidade, persistência de irritação laríngea, parasitoses e lesões por inalação de produtos tóxicos.
Frente ao grande número de causas possíveis para a tosse crônica, os pesquisadores alertam para a importância de não subestimar este sintoma. Segundo eles, diante de uma tosse crônica, deve-se sempre procurar um otorrinolaringologista, para que haja o aperfeiçoamento do tratamento, e melhora do prognóstico, minimizando o estigma social e trazendo qualidade de vida.


Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

Artigo Cientifico - Revista Medicina Ribeirão Preto - 16 outubro 2011

Manejo das complicações agudas da doença falciforme. 
Anemia hemolítica e vaso-oclusiva.
 

Revista Scientific American Brazil - 16 outubro 2011

Diagnóstico mais exatos
Exame de Sangue para câncer de próstata: prós e contras

US Preventive Services Task Force recomenda que homens saudáveis deixem de fazer exame de sangue para detecção do câncer de próstata com o conhecido PSA (antígeno prostático específico). A recomendação é baseada em vários testes que indicam que a triagem não salva vidas. A notícia certamente gerará controvérsias e polêmicas sobre o valor da triagem. Para ajudar na discussão, preparamos um resumo dos argumentos usados pelos médicos de ambos os lados da questão.

Argumentos a favor do teste de PSA:

- A detecção precoce do câncer, quando ainda é curável, é importante.
- Detecção e tratamento precoce podem prevenir a doença metastática mortal. Se você não encontrar o câncer no início, pode perder a chance de cura.
- Os pacientes serão capazes de tolerar os efeitos do tratamento muito melhor se forem tratados numa idade mais jovem.
- A incidência global de mortes por câncer de próstata tem diminuído ao longo dos últimos 20 anos; esse declínio se deve também à generalização do exame de PSA e a tratamentos.
- Temos a sorte de possuir um exame de sangue que, na ausência de quaisquer indicadores físicos evidentes, pode ajudar a revelar a presença de um câncer.
- Os estudos que têm sido realizados sobre o valor do teste de PSA necessitam de prazos maiores; os resultados negativos poderiam decorrer de se avaliar os dados prematuramente.
- Para que haja um declínio ainda maior das mortes por câncer de próstata, até mesmo programas de exames mais vigorosos precisariam ser postos em prática.
- A nova tendência no cuidado para homens com câncer de próstata detectados pelo teste de PSA é a " vigilância ativa", na qual os homens não são tratados imediatamente, mas são acompanhados de perto com vários exames de seguimento. O tratamento começa quando os sinais indicam que o câncer está se tornando perigoso e precisa de tratamento. Mas a prática é semelhante a uma roleta russa, pois os resultados dos testes podem subestimar a extensão da progressão do câncer.

Revista Ciência Hoje - 16 de outubro 2011

Leite que passarinho não bebe.
Como o leite é contaminado por pesticida? Qual consequência para organismo humano?
Leite que passarinho não bebe

Revista Ciências Hoje - 16 outubro de 2011

Caretas e emoções na tela
Pesquisadores de Portugal e Estados Unidos criam jogo virtual interativo para desenvolver, em crianças com autismo, a habilidade de comunicação e reconhecimento das emoções por meio de expressões faciais.
  Caretas e emoções na tela

Revista Ciência Hoje - 16 outubro de 2011

Genética Dinâmica 
Professores da Universidade de Brasília usa dominós para ensinar genética.
Genética dinâmica

Revista Ciência Hoje - 16 de outubro 2011

Para tratar  o TCO.
O transtorno obsessivo compulsivo (TCO) tem cura?
Para tratar o TOC

domingo, 9 de outubro de 2011

Revista HypeScience - 09 de outubro 2011

Uso de analgésico pode estar ligado a câncer de rim.



Pessoas que tomam regularmente medicamentos analgésicos, como o ibuprofeno, podem estar sob maior risco de ter câncer de rim, de acordo com uma nova pesquisa.
As descobertas sugerem que quanto mais alguém usa esses medicamentos, chamados anti-inflamatórios não esteróides, ou AINEs, maior o risco de adquirir esse tipo de câncer.
Porém, não se pode provar que o uso de analgésico causa câncer, já que a diferença entre usuários regulares e não usuários no estudo foi pequena. Pesquisadores calcularam que, se há uma relação de causa e efeito, cerca de 10 mil pessoas teriam que tomar os medicamentos regularmente para uma pessoa ter câncer de rim.
Isso não significa que as pessoas que precisam dos medicamentos não devem tomá-los, especialmente por causa de seus potenciais benefícios em relação a outros tipos de câncer.
Os AINEs têm sido associados com uma redução de risco de diversos cânceres, incluindo colorretal, mama e próstata. A implicação mais importante desse estudo é que levanta a possibilidade de que os AINEs podem aumentar o risco de certos tipos de câncer também.
Além disso, as drogas são associadas a um risco aumentado de hemorragia no estômago.
Os pesquisadores levantaram dados de dois estudos com cerca de 125 mil enfermeiros e outros profissionais de saúde, que preencheram pesquisas a cada dois anos, até duas décadas. As pesquisas perguntaram aos participantes com que frequência eles tomavam analgésicos para a artrite e outras doenças, e também rastreou as pessoas que foram diagnosticadas com câncer de rim.
No total, 333 pessoas (cerca de 0,3%) tinham câncer nos rins. Pessoas que relataram tomar Tylenol ou aspirina regularmente (duas ou mais vezes por semana) não tinham mais chances de serem diagnosticadas com câncer de rim do que aqueles que não tomaram analgésicos.
No entanto, os participantes que tomavam os AINEs, incluindo o ibuprofeno (comercializado como Advil) e naproxeno (comercializado como Aleve), foram cerca de 50% mais suscetíveis a serem diagnosticados com o câncer.
O risco foi ainda maior em pessoas que tomaram AINEs regularmente por dez anos ou mais.
Até agora, os pesquisadores não conseguem explicar porque a aspirina não aumenta o risco de câncer no rim, mas outros AINEs sim, sendo que as drogas funcionam de maneira similar.
Ainda não se pode excluir a possibilidade de que outro fator esteja dirigindo a associação. Mas o fato de que os pesquisadores viram a ligação em duas populações diferentes de estudo faz com que eles estejam mais confiantes de que AINEs e câncer de rim estejam realmente relacionados.
Até o momento os resultados não devem conduzir a decisão de alguém sobre se deve ou não tomar analgésicos. Mas se o estudo for confirmado, riscos e benefícios devem ser considerados na hora de decidir quando dar AINE’s, especialmente para um longo período de tempo. 

Revista HypeScience - 09 de outubro 2011

Câncer ligado ao HPV contraído no sexo oral atinge principalmente homens.



O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens.
Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante.
Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode o prevenir.
Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais.
O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida.
Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente. 


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Artigo Científico da Revista - Medicina de Ribeirão Preto - 03 de outubro 2011

Colesterol. Circunferência Abdominal. Obesidade. Triglicérides. Idoso.
O impacto da obesidade abdominal sobre os níveis plasmáticos de lipídeos nos idosos

The New York Times - 03 de outubro 2011

Longevidade: Esperanças e Questões.
Longevidade: esperanças e questões

The New York Times - 03 de outubro de 2011

Linfócito T modificado vence câncer.
Linfócito T modificado vence câncer

Revista Scientific American Brasil - 03 de outubro de 2011

Aqui esta um simples olhar para a questão comum e extremamente complexa, mais inegavelmente vulnerável.
As Drogas podem furar seu cérebro??????

Revista Scientific American Brasil - 03 de outubro de 2011

AULA ABERTA
Como solucionar a crise da obesidade.

Revista Scientific American Brasil - 03 de outubro de 2011

ONU promete ação global contra doenças do coração, diabetes e câncer
Luta sem Fim.

Revista Ciência Hoje - 03 de outubro de 2011

Mais um passo dado no campo da medicina regenerativa.
Queimando etapas
Queimando etapas

Revista Ciência Hoje - 03 de outubro de 2011

Mitologia grega e a deusa da velhice
Em busca de um novo parceiro para Geras.
Em busca de um novo parceiro para Geras

Revista Ciência Hoje - 03 de outubro de 2011

Muita gente sai do país em busca de tratamentos milagrosos com células-tronco. Esse tipo de turismo, além de caro, pode ser perigoso.
Cientista no front
Cientistas no frontColeta de medula óssea

Revista de Ciências Hoje - 03 de outubro de 2011

Resultado de novo estudo sobre Parkinson ajudam a compreender melhor os mecanismos da doença.
De grão em grão.................
De grão em grão...

Revista Ciência Hoje - 03 de outubro de 2011

Pesquisadores identificam mecanismos por trás hidrocefalia fetal, doença que afeta gravemente a qualidade de vida de quem a desenvolve.
Lipídeos que fazem o cérebro inchar
Lipídeos que fazem o cérebro inchar

Revista Nursecongress - 03 de outubro de 2011

Promotora da Justiça estabelece prazo para viabilizar consulta de Enfermagem.